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  Domingo, 17 de Dezembro de 2017
   
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(...) Brasfemes foi sempre conotada no Concelho de Coimbra com o “reviralho” (…)

(…) Em finais desta década ( anos 60 ) aparece uma geração um pouco diferente que pretende acompanhar as movimentações sociais, cujos ecos muito ténues vão chegando (…)

(…) Estamos na época ( inicio anos 70 ) da formação d’ “A Pandigueira”. Era a sede numa antiga casa (então adega) e antiga “tasca” também, do Evaristo Marques (precisamente onde hoje é o talho). Apareceu “A Pandigueira” por iniciativa dos Bredas: O Paulo, o João e o Jorge. (…)

(…)  já se tinha abandonado mais ou menos a sede da “Pandigueira”, por falta de condições e o grupo, em ”presidência aberta” reunia em qualquer lado, e festejava sempre fosse por que motivo fosse, até pela morte de uma galinha cujo pescoço fora cortado com um cutelo.

(…) Os preparativos para novo Carnaval não tardavam e sob a direcção do comité central formavam-se brigadas…

(…) Então com um espírito de equipa fantástico lá iam aparecendo pelos diversos trabalhos e ao longo de todos aqueles anos: Abel Pardal, Acácio Monteiro, Antonino Neves, Cabo Marques, Carlos Costa, Carlos Pedro Eduardo Fernandes, Fernandito, Gil Neves, Gil Nunes, João Breda, João Paulo, Joãozito, Jorge Gomes, Luis 14, Luís Miguel, Meno Ferraz, Meno Gago, Gonçalo Santos, Nito, Norberto, Paulo Gomes, Paulo Marques, Pedro Gomes, Perrichon, Quim Fernando, Sílvio, Tónio Nabo, Vasco, Vítor Agostinho, Zé Simões, Zé Batista, Zé Êta, Zé Jorge, Zé Mendes e se faltar algum peço desculpa…

(…) Mas algo se tinha construído, mexeu-se com a população e com as freguesias limítrofes, mexeu-se com o comércio local, captou-se público, as amizades fizeram-se ou reforçaram-se e nasce a ideia de uma associação cultural.

Todos foram convidados a participar mas confirmara-se que uma pequena parte abandonara de vez o projecto de uma associação cultural.

(…) A ideia de uma associação cultural foi aberta e várias pessoas vêm a aderir, convida-se a Junta de Freguesia que num dos mandatos do Fernando Nabo veio a acolher a ideia de braços abertos, tendo as primeiras reuniões sido realizadas na nova sede do Real, tendo sido convidados todos os dirigentes das associações ou clubes locais.

Lá foram aprovados em assembleia o nome: CRAC (nome escolhido pelo Carlos Costa) as cores: azul e laranja (escolhido pelo Norberto porque tinha visto um equipamento assim, bonito, de uma equipa holandesa) e finalmente o emblema, todo virado para a cultura, desenhado pelo Luís Miguel (que ainda hoje mantém a sua assinatura).

É marcada a escritura para o Palácio da Justiça e dá-se o primeiro lugar da assinatura ao Sílvio por ser o mais velho, seguindo-se o Carlos Costa, o Zé Mendes e o Luis Miguel.

Nasce então o CeReaC sempre conhecido e reconhecido para a posteridade por CRAC que tem por missão, estatutariamente, celebrar o como forma de perpetuar a realização que lhe deu origem.

(…) Passados alguns anos o CRAC entra em estagnação, fica moribundo e foi graças à intervenção do Meno Ferraz que à frente de uma equipa de boa vontade o vai recuperando aos poucos, devolvendo-lhe a vitalidade que necessitava e que poucos anos depois lhe dá a dignidade que ainda hoje detém, nomeadamente com a construção da uma sede que nunca possuiu.

Portanto o CRAC teve três momentos, ao longo da sua história, sem os quais seria impossível ter hoje a dinâmica e dimensão que possui, tendo sido muito importante esta última fase, onde se encontrou de novo um rumo, uma identidade e o sentimento de pertença e de união que entretanto de havia perdido. Seria injusto não apontar o nome do Meno Ferraz como responsável por este feito.

in "CRAC: A HISTÓRIA"
por Carlos Costa


 


 
 

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